por Equipe Seu Cardio | Blog, Fatores de Risco e Prevenção, Fatos e Mitos, Pré e Pós-Operatório
Riscos de Infecção na Cirurgia Cardíaca – *Por Enfa. Andreza Xavier (COREN-SC 96492) e Enf. Éder Santos Silva (COREN-SC 289425)
Os riscos de infecção hospitalar estão entre os principais motivos de receio em pacientes que serão submetidos a algum tipo de procedimento cirúrgico. Apesar dos hospitais serem áreas que concentram muitas bactérias, existem protocolos rígidos de conduta. Eles são assinados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e por órgãos internacionais, como o Centers for Disease Controle and Prevention (CDC), e garantem maior segurança no controle de infecções. (mais…)
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Impacto do Diabetes na Cicatrização da Cirurgia Cardíaca – Por Dra. Marli Annes, cirurgiã cardiovascular (CRM-SC 19084)
Entre as principais complicações do Diabetes Mellitus está a maior dificuldade na cicatrização. Por isso, pacientes diabéticos que serão submetidos à cirurgia cardíaca devem manter os níveis de glicemia rigorosamente controlados e ficar atentos a outros cuidados necessários. Assim, evitam complicações do Diabetes na cicatrização. (mais…)
por Equipe Seu Cardio | Blog, Fatos e Mitos
Medicina, economia e humanismo – * Por Dr. Murillo Capella, Cirurgião Pediátrico – CRM-SC 425
Há mais de 50 anos atuando como médico em Florianópolis, acompanhei a evolução da Medicina. Certa vez, assisti a uma palestra do Presidente da Associação Médica Americana, pronunciada no Senado Federal, que relacionava a saúde com a economia. Chamou a atenção quando ele afirmou que é preciso adequar a oferta de serviços de saúde à disponibilidade econômico-financeira das instituições e do país. Exemplificou dizendo que um determinado hospital deverá dispor de equipamentos e de profissionais conforme o seu orçamento. Em paralelo, deverá realizar esforços buscando aumentar esse orçamento para acompanhar a evolução tecnológica da medicina. Assim, em resumo, sem dinheiro e sem boa gestão não existe saúde. (mais…)
por Equipe Seu Cardio | Blog, Fatos e Mitos, Notícias
O Cirurgião Cardiovascular Sergio Lima de Almeida – CRM-SC 4370 RQE 5893, chefe do Serviço de Cirurgia Cardíaca do Hospital SOS Cárdio, em Florianópolis, expõe as novidades no tratamento humanizado das doenças do coração, em artigo publicado pelo Notícias do Dia. Confira: (mais…)
por Equipe Seu Cardio | Blog, Coronária, Fatores de Risco e Prevenção, Fatos e Mitos, Insuficiência Cardíaca
Doenças do coração são as que mais fazem vítimas no Brasil e no mundo. Apesar do número crescente de mortes e das graves consequências que elas podem trazer, os riscos e complicações da cirurgia cardíaca ainda despertam mais preocupação nos pacientes do que a própria doença. Talvez, essa reação se explique porque, diferente da doença, a cirurgia cardíaca, como outras, é um “risco com hora marcada”.
Riscos da Cirurgia Cardíaca
Riscos e complicações estão associados a qualquer cirurgia, incluindo a cirurgia cardíaca. No entanto, estes riscos são considerados menores se comparados àqueles da própria doença do paciente.
Em alguns casos, na doença coronariana, o paciente tem risco de morte súbita, aquela sem aviso prévio, sem sinais e sintomas importantes. O mesmo se aplica aos casos de aneurisma de aorta. Muitas pessoas, com diagnóstico do problema e com indicação de cirurgia postergam o procedimento, com medo. No entanto, o rompimento de um aneurisma da aorta é extremamente grave e pode ser fatal. Quantificar esse risco e conviver com a doença é extremamente difícil e delicado.
Muitas vezes, as pessoas associam o risco da cirurgia ao medo da anestesia geral. No entanto, a anestesia geral evoluiu muito ao longo dos anos e é, atualmente, muito segura. Técnicas modernas, consulta pré-anestésica e recursos de monitoramento contínuo do paciente eliminam a imagem do passado.
Diante da indicação de uma cirurgia cardíaca, quanto mais precoce o procedimento for realizado, melhor. Uma cirurgia bem planejada é mais segura, assim como também é melhor o prognóstico do paciente. Caso contrário, quando o procedimento é postergado, complicações e sequelas inerentes à própria doença poderão surgir. O estado de saúde do paciente pode se agravar e, com isso, os riscos durante a cirurgia cardíaca também aumentam.
Fatores Agravantes na Cirurgia
Entre os fatores que contribuem para o risco da cirurgia cardíaca, o principal é a qualidade da contratilidade do coração. Ou seja, a força com que o órgão contrai. Se o coração contrai mal, a cirurgia tem mais riscos. Se contrai bem, tem menos. Por isso, o ecocardiograma é geralmente solicitado na rotina pré-operatória da cirurgia cardíaca. É o exame indicado para avaliar o movimento e a contratilidade do coração.
Um ponto interessante e que vale a pena ser ressaltado é que o número de pontes não significa gravidade ou risco cirúrgico. Assim, em uma cirurgia de revascularização do miocárdio, um paciente que recebeu 5 pontes não é necessariamente mais grave do que outro com 2 pontes. A gravidade e o risco da cirurgia cardíaca independem da quantidade de pontes.
Quando à idade, isoladamente não é fator de risco para a cirurgia cardíaca. Pacientes jovens, adultos ou idosos não tem na idade um fator de maior ou de menor risco cirúrgico. Porém, a condição de saúde geral do paciente sim, essa é determinante. Se o paciente apresenta doenças associadas, como diabetes, disfunção renal, disfunção respiratória ou disfunção cerebral, por exemplo, o risco cirúrgico aumenta. E, nesses casos, tanto o risco de complicações quanto de morte.
Percepção sobre o Risco da Cirurgia Cardíaca
Inovações nas técnicas cirúrgicas, nos recursos e nos cuidados pré e pós-operatórios contribuíram muito com o sucesso das cirurgias cardiovasculares. Antigamente, as cirurgias cardíacas eram consideradas de alto risco. Hoje, não é mais assim.
Os riscos da cirurgia cardíaca são baixos, apesar de variarem de acordo com a condição de saúde geral de cada paciente. A mortalidade da cirurgia de revascularização do miocárdio é de cerca de 1,4%.
No entanto, devemos ter sempre em mente a avaliação entre o risco da doença e o risco do procedimento. Por exemplo: se determinado paciente apresenta risco de 50% a 70% de mortalidade cirúrgica, é porque a sua doença apresenta 100% de risco. Ao contrário, quando os riscos são maiores que os da própria doença, a cirurgia não possui indicação.
Além disso, com o avanço de procedimentos por mini-incisão ou mesmo endovasculares, a percepção geral é de que, quanto menor a incisão, menor o risco. Isso nem sempre é verdadeiro. Cada abordagem deve ser analisada de acordo com cada caso. Por vezes, mesmo com maior incisão, a cirurgia cardíaca convencional é o tratamento de escolha. Em outros casos, a mini-incisão pode ser utilizada com segurança. Assim, é fundamental avaliar cada paciente de forma individualizada.
Cada paciente é único. Por isso, avaliar a doença que ele apresenta e seu estado geral são os meios mais seguros de quantificar os riscos da cirurgia cardíaca.
Leia mais sobre os riscos da cirurgia cardíaca no post: Riscos de Infecção na Cirurgia Cardíaca.

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Por Dr. Rafael Kuhnen (CRM-SC 6716 RQE 2959), Cardiologista Clínico e Maratonista
Da sensação de liberdade à prática em grupo, a corrida de rua ganha adeptos por todo o Brasil. Cada vez mais pessoas tem procurado essa prática prazeirosa e econômica. Afinal, pode ser realizada em qualquer lugar e a qualquer hora. Mas, para começar, é preciso ter certos cuidados. Estar com a saúde em dia é fundamental para que os praticantes não sobrecarreguem o coração. Saiba como evitar um mal estar ou evento mais grave durante a realização dessa atividade. (mais…)